Todos nós estamos, cotidianamente, perseguindo a tão sonhada felicidade. Afinal de contas, não há nada melhor que se possa ser nessa vida do que plenamente feliz. Parece óbvio, porém, mais importante do que ser feliz é viver bem, o que implica um mundo de outros caminhos e possibilidades.

A Teoria do Florescimento, desenvolvida pelo psicólogo americano Martin Seligman, nos chama atenção justamente para esses outros caminhos, construídos não só de alegria, mas igualmente fundamentais para o nosso bem viver.

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Foto: Roberto Benatti | Imagem protegida por direitos autorais

A felicidade traz sorrisos, bom humor, alegria e muitos outros detalhes vitais para uma vida vivida com plenitude, no entanto, existem outros objetivos a serem almejados e principalmente valorizados por nós.

O engajamento, por exemplo, é um objetivo que não está necessariamente ligado a esse conceito de felicidade. Tudo bem que muitas vezes uma coisa leva à outra, mas é preciso diferenciar. Apenas as emoções positivas não bastam para lutarmos por um ideal político ou social, por exemplo. Muitas vezes, a melhor escolha é aquela que nos faz chorar.

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De acordo com a Teoria do Florescimento, as emoções positivas que entendemos como felicidade são só uma das cinco maneiras de ter uma vida melhor. Também precisamos cultivar relacionamentos positivos, realizações, propósitos de vida e engajamento. E para isso, é necessário, primeiramente, buscar algo dentro de nós, expandir nossos potenciais próprios e florescer, cada um à sua maneira.

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Foto: Roberto Benatti | Imagem protegida por direitos autorais

A Teoria do Florescimento propõe uma nova concepção do que venha a ser a natureza da felicidade, compreendendo que o bem viver envolve uma série de outros fatores, sorrisos, dores e amores.